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domingo, 6 de abril de 2014
Eureka - Shackleton’s Voyage [2009]
"Shackleton's Voyage" is a spectacular release in every respect and sees Hamburg Germany's multi-instrumentalist Frank Bossert return to his musical roots. Influenced strongly again by rock acts such as Yes and Rush, Bossert's Eureka project tells the true story of Sir Ernest Shackleton's sensational Antarctica expedition during the years 1914 through 1916.
Musically Shackleton's Voyage operates at the interface of prog rock, symphonic, Celtic and mainly in terms of his guitar style. (Which weighs heavily on Mike Oldfield influences) Featured guests on the album include Billy Sherwood formerly of 'Yes' as well as Yogi Lang of 'RPWL'(who also mixed and mastered the album) The songs on the concept album are connected by narration from British actor Ian Dickinson and the brilliant cover art was taken form actual photographs from the expedition.
01. The Last Adventure (0:50)
02. Departure (feat. Troy Donockley) (3:10)
03. The Challenge (feat. Billy Sherwood) (3:32)
04. Grytviken Whaling Station (3:02)
05. Heading South (feat. Yogi Lang) (3:58)
06. Icebound (5.06)
07. Plenty Of Time (2.58)
08. The Turning Point (0:49)
09. Going Home (feat. Billy Sherwood) (5:10)
10. Into The Lifeboats (4:39)
11. Elephant Island (2:39)
12. Will You Ever Return? (feat. Kalema) (3:09)
13. In Search Of Relief (6:57)
14. The Rescue (3.27)
15. We Had Seen God! (1:46)
MUSICOS:
Billy Sherwood - vocals
Kalema - vocals
Frank Bossert - guitars, bass, drums, keyboards, mandolin
Troy Donockley - uilleann pipes, low whistle
Yogi Lang - Moog, keyboards
Ian Dickinson - narrative voice
martes, 5 de marzo de 2013
John Martyn - One World [Uk- Folk]
La carrera de John Martyn empieza en 1967 cuando lo descubre Chris Blackwell y lo ficha para la discográfica Island Records, siendo el primer cantante blanco de la casa.2 Ese mismo año edita su primer álbum London Conversation.
En 1969 se casa con Beverley Martyn (Kutner de soltera), con quien publicará dos álbumes bajo el nombre de "John & Beverley Martyn" (Stormbringer! y The Road to Ruin), hasta que su discográfica le obliga a abandonar esta colaboración y continuar su carrera en solitario. Finalmente se divorciarán en 1979.
Martyn siempre fue un innovador, lo que le llevó a experimentar con sonidos como el Delay en su álbum Bless the Weather, el primero publicado tras abandonar el dúo con su esposa.
Publica el álbum Solid Air en febrero de 1973, dedicado a Nick Drake que se encontraba sumido en una profunda depresión (cantautor de folk inglés). En este largo explora por primera vez el jazz, con la colaboración esencial de Danny Thompson al contrabajo, Tristan Fry al vibráfono y John "Rabbit" Bundrick con el piano electrónico, y por supuesto, el propio Martyn a la guitarra acústica.
Tras la muerte de sus amigos Nick Drake y Paul Kossoff (guitarristas de Free), y cansado de la industria discográfica, decide tomarse un año sabático en Jamaica, alrededor de 1975, tiempo que aprovecha para colaborar con grupos como Burning Spear (Man in the Hills, 1976).
Vuelve de Jamaica cargado de ideas que le llevan a One World, LP cargado de canciones románticas, donde participan amigos como Steve Winwood, que en esos momentos iniciaba su carrera en solitario tras abandonar Traffic; también colaboran Rico Rodriguez, con un impresionante solo de trombón, Jon Field (Jade Warrior), Dave Pegg y Danny Thompson.
http://es.wikipedia.org/wiki/John_Martyn
John Martyn - vocals, guitar, harmonica
John Field - flute
Steve Winwood - bass, electric piano, Moog synthesiser
Dave Pegg - bass
Neil Murray - bass
Andy Newmark - drums
Morris Pert - percussion
Harry Robinson - strings
Hansford Rowe - bass
Bruce Rowland - drums
Kesh Sathie - tabla
Danny Thompson - bass
John Stevens - drums
George Lee - saxophone
Rico Rodriguez - trombone
"Dealer" – 4:58
"One World" – 4:10
"Smiling Stranger" – 3:29
"Big Muff" (Martyn, Lee Perry) – 6:30
"Couldn't Love You More" – 3:07
"Certain Surprise" – 3:52
"Dancing" – 3:43
"Small Hours" – 8:45
One World
viernes, 4 de febrero de 2011
Группа Пелагея - Тропы [Russia - 2010]
[GRUPPA PELAGEYA - TROPY]A música popular russa está sendo reinventada por jovens músicos com menos de trinta anos. A líder desse renascimento chama-se Pelageya, jovem cantora nascida em 1986 (Julho/14) na cidade de Novosibirsk, centro cultural e industrial da Sibéria Ocidental, e dona de uma voz poderosa e de uma proposta musical que vai ao encontro da nova Rússia que vem retomando o orgulho de suas glórias passadas. Não é à toa que ela adquiriu pelos mass media de seu país a alcunha de "tesouro nacional russo": basta ouvir qualquer um de seus discos para perceber que é uma música que oscila entre o popular, o clássico e o moderno.
No entanto, ela possui uma clara propensão para a autenticidade, com mistura de elementos aparentemente incompatíveis: num só disco oscila da música cossaca ao estilo de Zhanna Bichevskaya à Casta Diva, da Norma de Vicenzo Bellini, passando por um tema do filme hollywoodiano "Missão Impossível". Tudo soa como profundamente russo, e ao mesmo tempo como novo.
O primeiro disco lançado por seu grupo musical em 2003 (grupo e primeiro disco levam seu nome) reúne canções compostas por ela mesma durante a infância. Utilizando os meios mais minimalistas de expressão, os jovens e excepcionais músicos que a acompanham estão a tentar desenvolver o que a moça da Sibéria começou há muito tempo, como eles mesmos o afirmam: reunir numa só proposta "músicas modernas”, bem como as antigas tradições, o desejo de trazer a juventude de hoje para o canto popular autêntico russo; esforço constante para estar a par com o que o melhor da música moderna avant-garde oferece; interminável busca de um estilo próprio, enquanto ao mesmo tempo livremente experimenta o melhor das modernas realizações musicais; experiências com técnicas de som e vocal; e tentar trazer de volta ao palco a canção como uma verdadeira performance teatral, “a canção como um mistério".
Não é medíocre a ideia: "Onde quer que o grupo viaja com performances, que não deixa indiferentes os espectadores para trás. Todo esse conhecimento constrói o exército de admiradores do grupo Pelageya. Não se iludam, essas pessoas não são apenas suas fãs, elas são também os que estão procurando a verdadeira música, que está contemplando o que é música na sociedade de hoje: mera pipoca, ou o alimento para a alma, o que pode provocar catarse espiritual".
Adaptado de: MUSICA_PARA_PEREGRINOS
O álbum duplo “Тропы” (Trilhas) aqui apresentado é uma síntese desses anos de trabalho, mesclando canções já registradas em “singles” anteriores, com inéditas e com algumas que somente haviam sido apresentadas nos palcos.
MÚSICAS:
CD 1
1. Prelyudiya – Прелюдия
2. Oy, da ne vecher – Ой, да не вечер
3. Kolechko – Колечко
4. Oboroten-Knyaz – Оборотеь-Князь
5. Fioletovye sny – Фиолетовые Сны
6. Golubushka – Голубушка
7. Mamka – Мамка
8. Dryoma (kolybelnaya) – Дрёма (колныбельная)
9. Omut – Омут
10. Step – Степь
CD 2
1. Ptashechka – Пташечка
2. Snejochki – Снежочки
3. Bylinka – Былинка
4. Polnochnyy Vsadnik – Полночный-Всаднтк
5. Gayu-gayu – Гаю-гаю
6. Rosy – Розы
7. Stariki – Старики
8. Derevnya – Деревня
9. Mamina bossa nova – Мамина bossa nova
10. Tropy – Тропы
11. Pri lujku – При лужку
Veja o vídeo:
Músicos:
Pelageya Hanova – vocal
Svetlana Hanova – letras das canções, arranjos, mixagem, administração
Pavel Deshura – guitarra (arranjos e mixagens)
Dimitriy Zelenkskiy – bateria, vocais
Aleksandr Savinyh – baixo, vocais
Anton Tsypkin – bayan (acordeon), teclados
Artur Serovskiy – percussão
Mihail Gorshenev – dueto vocal em “Pri Lujku”
MEGATROPY
RAPIDTROPY
sábado, 4 de diciembre de 2010
ЯароС - Урал (Yaros - Ural) [Rússia - 2008]
Yaros - É o nome do grupo da região do Ural, que pode ser traduzido em russo : "Fogoso" ou "Ensolarado". Isso justifica as performances ao vivo da equipe, cheias de vibração, sincera emoção, calor e de músicos que agitam a platéia.O grupo começou sua carreira em 2006, evoluindo em direção ao folk-rock. Hoje Yaros faz experimentos em diversos estilos: indo de improvisações étnicas para o art-rock, folk progressivo e jazz étnico. Na equipe há um arsenal de mais de 15 instrumentos étnicos de varias regiões e épocas, clássicos, e de rock. O grupo está sempre pesquisando e incrementando a combinação destes instrumentos.
Na opinião do portal Darkside: "violoncelo e sopros gerando uma tela sonora incrível: macia, quente, caseira e aconchegante, mas ao mesmo tempo, majestosa, épica e colorida - como se estivessem nos antigos Urais!"
Há um movimento de revitalização do folclore popular da região de Perm e "SvaSound Records" apresenta o álbum de estréia do grupo de Folk-rock do Ural: “Yaros - "Ural” (2008). O CD foi gravado no estúdio da etno-folk-music "Berloga Studio", em 2007-2008.
O álbum incluí 9 faixas originais. Os músicos dizem que sobre este álbum, um novo ouvinte será capaz de descobrir o som de instrumentos, tanto tradicionais e modernos, as canções, baladas folk com alma, um profundo amor por sua terra natal, o entendimento original da história e modernidade nos sons.
A arte do álbum é de Alexander Melent'ev. No lançamento do projeto original foram usadas pinturas do artista védico Svetozar Semochkin.
Fonte: site – Фолк и этно музика в Перми - Folk i etno muzika v Permi http://folk.perm.ru/publ/3-1-0-9
Membros do Grupo:
Vladimir Shaman - guitarra, flauta doce, harpa, didgeridoo, Romanian hung, domra, zhaleyka, vocal;
Dmitriy Zlobin - cello, guitarra;
Sergei Booze - clarineta, saxofone;
Ilya Ivanov – percussão: étnica e pop
Artem Podosenov - baixo, vocais;
Love Zorina - vocais, flauta, chocalhos e pandeiros
MÚSICAS:
01 - Пляски Лешего
02 - Славянский День
03 - Месяц Над Светлым Бором
04 - Песнь Дождя и Земли
05 – Конница
06 – Торум
07 - Баька Урал
08 - Матушка Зима
09 - Уральский Воин
MEGAYAROS
RAPIDYAROS
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