miércoles, 9 de febrero de 2011

Nass El Ghiwane - La légende - Best of

Subido por Marhali.

Nass El Ghiwane aparecieron en los años 70 del siglo XX, de origen humilde de uno de los barrios más populares de la gran Casablanca. Considerada como revolucionaria y fenómeno social, la mítica formación continua en activo después de 30 años, y sigue conmoviendo a gran parte de la juventud actual de su país. Nass El Ghiwane no llegaron a imaginar, en sus inicios, lo que sus canciones iban a despertar en el público de los setenta, años difíciles en el plano socio-político, convirtiéndose en la voz de la gente oprimida. En una época donde una simple declaración llevaba a la comisaría, Nass El Ghiwane denunciaban con sus letras a los responsables de la corrupción y exigían la justicia que nunca llegaría.
Culturalmente, adoptaron un estilo "no tradicional" junto con la tradición: había que remodelar el patrimonio para crear textos basados en cuestiones sociales. Musicalmente, sus bases incluyen toda la diversidad de la música tradicional marroquí, mezclando sonidos gnawa con la aïssawa y música campesina y bereber, bastándose de sencillos instrumentos de fabricación tradicional. El éxito de Nass El Ghiwane no se limita a Marruecos sino a los demás países norteafricanos, atribuyendose el nacimiento del raï a la influencia del movimiento ghiwani en la gente joven de Orán. Impresionante.

01. Saifna Oulla Chatwa
02. Kittati
03. Essinia
04. El Hassada
05. Echems Ettalaa
06. Arraghaya
07. Dayine
08. Youme Malqak
09. Oua Ennadi Ana
10. Sif Albattar
11. Nerjak Ana
12. Ya Bani Insane
13. Kesset Laagouz
14. Oulad El Alam
15. Taghounja
16. Zad El Ham
17. Essalama
18. Ahafine
19. Dellal
20. Essamta
21. Leskam
22. Edem Essail
23. Khadra
24. Ghadi Fhali
25. Lahmoun Hrafti
26. Alli Ou Khalli
27. Firihab Maalik
28. Ya Men Jana
La légende (part 1)
La légende(part 2)



viernes, 4 de febrero de 2011

Группа Пелагея - Тропы [Russia - 2010]

[GRUPPA PELAGEYA - TROPY]

A música popular russa está sendo reinventada por jovens músicos com menos de trinta anos. A líder desse renascimento chama-se Pelageya, jovem cantora nascida em 1986 (Julho/14) na cidade de Novosibirsk, centro cultural e industrial da Sibéria Ocidental, e dona de uma voz poderosa e de uma proposta musical que vai ao encontro da nova Rússia que vem retomando o orgulho de suas glórias passadas. Não é à toa que ela adquiriu pelos mass media de seu país a alcunha de "tesouro nacional russo": basta ouvir qualquer um de seus discos para perceber que é uma música que oscila entre o popular, o clássico e o moderno.

No entanto, ela possui uma clara propensão para a autenticidade, com mistura de elementos aparentemente incompatíveis: num só disco oscila da música cossaca ao estilo de Zhanna Bichevskaya à Casta Diva, da Norma de Vicenzo Bellini, passando por um tema do filme hollywoodiano "Missão Impossível". Tudo soa como profundamente russo, e ao mesmo tempo como novo.

O primeiro disco lançado por seu grupo musical em 2003 (grupo e primeiro disco levam seu nome) reúne canções compostas por ela mesma durante a infância. Utilizando os meios mais minimalistas de expressão, os jovens e excepcionais músicos que a acompanham estão a tentar desenvolver o que a moça da Sibéria começou há muito tempo, como eles mesmos o afirmam: reunir numa só proposta "músicas modernas”, bem como as antigas tradições, o desejo de trazer a juventude de hoje para o canto popular autêntico russo; esforço constante para estar a par com o que o melhor da música moderna avant-garde oferece; interminável busca de um estilo próprio, enquanto ao mesmo tempo livremente experimenta o melhor das modernas realizações musicais; experiências com técnicas de som e vocal; e tentar trazer de volta ao palco a canção como uma verdadeira performance teatral, “a canção como um mistério".

Não é medíocre a ideia: "Onde quer que o grupo viaja com performances, que não deixa indiferentes os espectadores para trás. Todo esse conhecimento constrói o exército de admiradores do grupo Pelageya. Não se iludam, essas pessoas não são apenas suas fãs, elas são também os que estão procurando a verdadeira música, que está contemplando o que é música na sociedade de hoje: mera pipoca, ou o alimento para a alma, o que pode provocar catarse espiritual".
Adaptado de: MUSICA_PARA_PEREGRINOS

O álbum duplo “Тропы” (Trilhas) aqui apresentado é uma síntese desses anos de trabalho, mesclando canções já registradas em “singles” anteriores, com inéditas e com algumas que somente haviam sido apresentadas nos palcos.

MÚSICAS:
CD 1
1. Prelyudiya – Прелюдия
2. Oy, da ne vecher – Ой, да не вечер
3. Kolechko – Колечко
4. Oboroten-Knyaz – Оборотеь-Князь
5. Fioletovye sny – Фиолетовые Сны
6. Golubushka – Голубушка
7. Mamka – Мамка
8. Dryoma (kolybelnaya) – Дрёма (колныбельная)
9. Omut – Омут
10. Step – Степь

CD 2
1. Ptashechka – Пташечка
2. Snejochki – Снежочки
3. Bylinka – Былинка
4. Polnochnyy Vsadnik – Полночный-Всаднтк
5. Gayu-gayu – Гаю-гаю
6. Rosy – Розы
7. Stariki – Старики
8. Derevnya – Деревня
9. Mamina bossa nova – Мамина bossa nova
10. Tropy – Тропы
11. Pri lujku – При лужку

Veja o vídeo:


Músicos:

Pelageya Hanova – vocal
Svetlana Hanova – letras das canções, arranjos, mixagem, administração
Pavel Deshura – guitarra (arranjos e mixagens)
Dimitriy Zelenkskiy – bateria, vocais
Aleksandr Savinyh – baixo, vocais
Anton Tsypkin – bayan (acordeon), teclados
Artur Serovskiy – percussão
Mihail Gorshenev – dueto vocal em “Pri Lujku”

MEGATROPY
RAPIDTROPY

miércoles, 2 de febrero de 2011

Fernhill - Whilia [País de Gales - 2000]

Desde que foi formado em 1996, Fernhill se tornaram importantes embaixadores culturais do País de Gales e sua música, tendo excursionado em 20 países, incluindo apresentações para o Rei da Suazilândia e do Presidente de Moçambique.
Eles gravaram três álbuns aclamados pela crítica, o terceiro e último por um longo tempo, WHILIA, foi um álbum entre os top vinte na pesquisa Folk Roots 2000.
Fernhill cria um novo cenário musical dos ritmos de dança e poesia nativa populares do País de Gales. Cantando de maneira apaixonada, Julie Murphy, combina com a guitarra, violino, contrabaixo e trompete produzindo um som tanto corajoso como encantadora.
O Fernhill está criando uma nova e poderosa música popular na Europa, que nasce de um profundo amor pela música de Gales, mas não hesita em se inspirar em outras partes do continente.
Julie Murphy é uma das melhores vozes tradicionais da Grã-Bretanha estes dias, e seu profundo conhecimento da música de língua galesa brilha por aqui. Sua voz forte e simples é um prazer raro numa época de exagerados e sobrecarregados cantores de "new folk".
Andy Cutting, também britânico, é um tocador de acordeão diatónico com grande habilidade, e fez músicas “folkies” como Chris Wood, Peter Morton e June Tabor, bem como alguns “popsters” peso-pesados como o Sting. Seu modo de tocar aqui é direto e vital, um soco poderoso, sem adornos.
Músico galês, Rhys Ceri Matthews toca guitarra, instrumentos cistro e bambu, e tem sido um defensor da cultura galesa por um longo tempo.

"Fi Wela" é uma colaboração exemplar dos sons culturais de Gales, Reino Unido e tradições bretãs, e fornece a cada membro uma forte voz.
Adaptado de: CDROOTS-FERNHILL

MÚSICAS
01 – Whilia
02 - Fi Wela
03 - Dole Teifi
04 - Dawns O Gwmpas
05 - Cariad Fel Y Môr
06 - Dawns Tro
07 – Chwant


Veja o vídeo:


Músicos:
Julie Murphy: vocals
Andy Cutting: button accordion
Ceri-Rhys Matthews: guitar and clarinet
Tim Harries: double bass
Cass Meurig: fiddle


FERNHILL - WHILIA

sábado, 29 de enero de 2011

Aziza Mustafa Zadeh - Seventh Truth

[AZERBAIJÃO - 1996]

Aziza Mustafa Zadeh (Em Azeri: Əzizə Mustafazadə, nascida no Azerbaijão em 19 de Dezembro de 1969), também conhecida como a Princesa do Jazz, or “Die Prinzessin des Jazz”, ou como “Jazziza”, é uma pianista, cantora e compositora. Toca uma fusão de jazz e “Mugam” (um tradicional estilo de improvisação do Azerbaijão), com influências clássicas e vanguardistas. Os editoriais de musica têm dito que seu estilo mostra também alguma influência de Keith Jarrett. Ela atualmente reside em Mainz, na Alemanha com sua mãe, Eliza Mustafa Zadeh, que também é sua empresária. Suas duas atividades de lazer favoritas, diz ela, são pintar e dormir. Desde 1991, Aziza vendeu cerca de 15 milhões de álbuns no mundo inteiro.

Aziza nasceu em Baku, filha de pais músicos: Vagif e Eliza Mustafa Zadeh. Vagif foi um pianista e compositor, famoso por criar a fusão jazz-Mugam, que sua filha agora toca. Eliza é uma cantora de formação clássica da Geórgia.

Aziza gostava de todas as formas de arte, especialmente a dança, pintura e canto. Aos três anos de idade, ela fez sua estréia nos palcos com seu pai, fazendo uma improvisação vocal. Ela começou a estudar piano clássico desde cedo, demonstrando especial interesse nas obras de famosos compositores Johann Sebastian Bach e Frédéric Chopin. Logo depois, ela mostrou um talento crescente para a improvisação.

Em 1988, na idade de 18 anos, o estilo de influência Mugam ajudou Aziza a conquistar o terceiro lugar, juntamente com o americano Matt Cooper na competição Thelonious Monk para piano em Washington-DC. Foi nessa época que ela se mudou para a Alemanha com sua mãe.
Aziza lançou seu álbum de estréia, Aziza Mustafa Zadeh, em 1991. Seu segundo álbum, “Always” lhe rendeu o Phono Academy Prize, um prêmio de prestígio da música alemã, o Prêmio Eco da Sony.
Ela já apresentou-se em muitos países, com muito jazz, canções tradicionais e lançou vários álbuns mais.
[Extraido de: WIKIPEDIA]

Mais informações (em inglês): AZIZA



Músicos de apoio:
- Ludwig Jantzer – bateria
- Ramesh Shotam – percussão indiana

MÚSICAS

01 - Ay Dylber
02 – Lachin
03 - Interlude I
04 - Fly With Me
05 - F#
06 – Desperation
07 - Daha... (Again)
08 - I Am Sad
09 - Interlude II
10 - Wild Beauty
11 - Seventh Truth
12 - Sea Monster


AZIZASHARE
AZIZALOAD

domingo, 16 de enero de 2011

Irfan - Irfan [Bulgaria - 2003]

[NOVA POSTAGEM]
IRFAN foi descoberto e aclamado no Fairy World vol.1. Esta banda búlgara foi uma das grandes revelações de 2003.
As misturas de intrumentos balcanicos, percussões, fortes vozes masculinas / coro e uma maravilhosa vox feminina.
A música é uma reminiscência de Dead Can Dance / Lisa Gerrard, Sarband, Soeur Marie KEIROUZ, Le Mystère des Voix Bulgares.
São 9 faixas de uma obra-prima.
"Durante o Outono de 2001, Ivailo, Kalin e Kiril se reuniram em torno de uma mesma idéia, um projeto musical e de vídeo. Em 2002, a cantora Denitza se juntou a banda, e esse foi o começo do grupo "Irfan" (em árabe: "gnose", "conhecimento místico").
__"Nosso interesse pelas artes, filosofia, teologia, história e etnologia nos liga em música Irfan. Nossa música tornou-se uma mensagem, uma viagem através de e fora de tempo, de palavras e letras que se poderia compreender com o coração. "__
Mais informações: PRIKOSNOVENIE
(Audio: mp3 - 320 kb/s)

MÚSICOS
Denitza Seraphimova - vocal
Kalin Yordanov - vocal, daf, bendir, darbouka
Ivaylo Petrov - oud, saz, tambura, guitarra, programação
Kiril Bakardjiev - programação, teclados, santour
Peter Todorov - darbouka, zarb, riq, djembe, tabla



MÚSICAS
1. Monsalvato (11.19)
2. Salomé (4.15)
3. Elena (2.36)
4. Return to Eden (7.36)
5. Otkrovenie (5.59)
6. Gospodi pomilui [Trad. Sec. XIII] (4.09)
7. Peregrinatio (5.13)
8. Outremer (5.18)
9. Santa Maria [Cantigas de Santa Maria, Espanha - Sec.XIII] (4.45)




RAPIDIRFAN
MEGAIRFAN

sábado, 15 de enero de 2011

Ghymes – Tűzugrás [Hungria 1997]

Ao preparar o texto dessa postagem, surgiu nas pesquisas, com grande frequência, o termo “World Music”.
Afinal, o que é “World Music”? Segundo o criador do termo, o estadunidense Robert E. Brown, é a fusão das artes cênicas e musicais, visando promover a harmonia e o entendimento entre as culturas.
Desde a década de 1980 o termo vem sendo adulterado, para o uso da grande industria de entretenimento dos USA e UK. Assim ele passou a designar toda e qualquer forma de música que não fosse anglo-saxônica. Da música brasileira ao Raí, do folclore balcânico à salsa, dos ritmos africanos aos Banghra indianos, do flamenco ao tradicional japonês, etc..., tudo é “world music”. Parece, para os executivos da mídia dos USA e Inglaterra, que há dois mundos: o deles e o resto do mundo.

Toda essa apresentação é necessária, pois o GHYMES é enaltecido com um dos expoentes da “world music”. Eles são é muito bons no que fazem: música da Europa Central, com muitos elementos folclóricos, renascentistas e eruditos. Pouca concessão é feita ao “mainstream”. Rotula-los de “world music” é pensar pequeno!

O Ghymes existe há 25 anos. Foi criado por jovens húngaros que viviam na Eslováquia, de diversas formações musicais, que fundidas resultaram em um som único; o som do GHYMES.
A música do GHYMES está enraizada nas tradições folclóricas Húngaras e do Centro-Leste europeu. Sua “Ars Poética” é a universalidade da música. Através de sua música procuram semelhanças e não as diferenças entre as pessoas. Essas semelhanças foram sempre encontradas onde quer que eles apareceram no palco - as pessoas de diferentes culturas em diferentes partes do mundo os acolheram calorosamente (Japão, Iraque, Jordânia, Finlândia, USA, Canadá). Eles acreditam que a energia e a "mágica"da música ao vivo são a condição e a causa de seu sucesso.

O álbum aqui apresentado é de 1997 (concebido em 1996), ainda com a formação original do GHYMES. Nele, segundo Andor Buják, foram acrescentados mais instrumentos elétricos do que nos álbuns anteriores, porém sem alterar o som tradicional do grupo.
Mais informações em: GHYMES

MÚSICOS
Andor Buják - viola, flautas, clarineta, saxophone, baixo, voz
Krisztián Buják - bagpipe, clarineta, flauta, voz
Gyula Szarka - voz, baixo, guitarra
Tamás Szarka - voz, violino, guitar, drum, koboz
Guests:
László Hobó Földes - voz
László Béhr - cimbalom, voz
Péter Farnbauer - teclados
Bernadett Kiss - voz

MÚSICAS
01 – Királyének
02 - Kötve vannak szárnyaim
03 - Militaris congratulation
04 – Koldusok
05 - Ifjú szívekben élek
06 – Tűzugrás
07 - Szerelmes dal
08 – Majomország
09 - Pozsonyi blues
10 - Új esztendő



GHYMESHARE
GHYMESLOAD

viernes, 7 de enero de 2011

Mercedes Sosa - A Arte De [1977]



[ATENÇÃO - NOVA POSTAGEM - 2012][PÓS MEGAUPLOAD TRAUMA]
(vinyl rip)

Esta é uma edição pessoal, de um lançamento da PHONOGRAM-BRASIL em LP de vinil, nos meados dos anos '70. Ela é particularmente interessante pois contém canções antigas de Sosa (anos '60 e '70), muitas delas dificilmente são encontradas, ou não disponíveis em nenhuma mídia (LP, CD, Cassete) desde o seu lançamento.
Tanto na Argentina, como nos Estados Unidos e Europa e somente algumas músicas dessa coleção estão disponíveis em LPs antigos, CDs coletâneas, ou em algumas reedições.

Esta compilação nos mostra uma Mercedes com o vigor e a ternura de sempre, mas com a voz jovem e sem dividir a atenção com outros astros da música internacional. Algumas músicas, por mais que fossem processadas digitalmente, não têm um som muito bom, mas valem pelo documento. Divirtam-se !!!

MÚSICAS

LP vol. 1

01 – Para cantarle a mi gente [2.48]
02 – Canción del derrumbe indio [2.37]
03 – Canción para un niño en la calle [3.50]
04 – Gracias a la vida [4.20]
05 – Volver a los 17 [5.23]
06 – Balderrama [3.54]
07 – Los hermanos [2.54]
08 – Violin de becho [2.52]
09 – Hemano, dame tu mano [3.00]
10 – Cuanto trabajo [3.32]
11 – Azul provinciano [2.58]
12 – Marron [2.47]
13 – Te recuerdo Amanda [2.49]
14 – El consechero [3.28]

LP vol. 2

01 – Tristeza [2.44]
02 – Canción para mi america [2.07]
03 – Alfonsina y el mar [4.33]
04 – Canción con todos [3.00]
05 – Duerme negrito [2.40]
06 – Me gustan los estudiantes [2.54]
07 – La carta [2.43]
08 – Plegaria a un labrador [3.22]
09 – Hasta la vitoria [3.17]
10 – Canta tu canción [4.09]
11 – Cuanto tenga la tierra [4.07]
12 – A que florezca mi pueblo [4.20]
13 – Si se calla el cantor [3.14]
14 – Viejo caa cati [3.51]





A ARTE DE MERCEDES SOSA