sábado, 29 de enero de 2011

Aziza Mustafa Zadeh - Seventh Truth

[AZERBAIJÃO - 1996]

Aziza Mustafa Zadeh (Em Azeri: Əzizə Mustafazadə, nascida no Azerbaijão em 19 de Dezembro de 1969), também conhecida como a Princesa do Jazz, or “Die Prinzessin des Jazz”, ou como “Jazziza”, é uma pianista, cantora e compositora. Toca uma fusão de jazz e “Mugam” (um tradicional estilo de improvisação do Azerbaijão), com influências clássicas e vanguardistas. Os editoriais de musica têm dito que seu estilo mostra também alguma influência de Keith Jarrett. Ela atualmente reside em Mainz, na Alemanha com sua mãe, Eliza Mustafa Zadeh, que também é sua empresária. Suas duas atividades de lazer favoritas, diz ela, são pintar e dormir. Desde 1991, Aziza vendeu cerca de 15 milhões de álbuns no mundo inteiro.

Aziza nasceu em Baku, filha de pais músicos: Vagif e Eliza Mustafa Zadeh. Vagif foi um pianista e compositor, famoso por criar a fusão jazz-Mugam, que sua filha agora toca. Eliza é uma cantora de formação clássica da Geórgia.

Aziza gostava de todas as formas de arte, especialmente a dança, pintura e canto. Aos três anos de idade, ela fez sua estréia nos palcos com seu pai, fazendo uma improvisação vocal. Ela começou a estudar piano clássico desde cedo, demonstrando especial interesse nas obras de famosos compositores Johann Sebastian Bach e Frédéric Chopin. Logo depois, ela mostrou um talento crescente para a improvisação.

Em 1988, na idade de 18 anos, o estilo de influência Mugam ajudou Aziza a conquistar o terceiro lugar, juntamente com o americano Matt Cooper na competição Thelonious Monk para piano em Washington-DC. Foi nessa época que ela se mudou para a Alemanha com sua mãe.
Aziza lançou seu álbum de estréia, Aziza Mustafa Zadeh, em 1991. Seu segundo álbum, “Always” lhe rendeu o Phono Academy Prize, um prêmio de prestígio da música alemã, o Prêmio Eco da Sony.
Ela já apresentou-se em muitos países, com muito jazz, canções tradicionais e lançou vários álbuns mais.
[Extraido de: WIKIPEDIA]

Mais informações (em inglês): AZIZA



Músicos de apoio:
- Ludwig Jantzer – bateria
- Ramesh Shotam – percussão indiana

MÚSICAS

01 - Ay Dylber
02 – Lachin
03 - Interlude I
04 - Fly With Me
05 - F#
06 – Desperation
07 - Daha... (Again)
08 - I Am Sad
09 - Interlude II
10 - Wild Beauty
11 - Seventh Truth
12 - Sea Monster


AZIZASHARE
AZIZALOAD

domingo, 16 de enero de 2011

Irfan - Irfan [Bulgaria - 2003]

[NOVA POSTAGEM]
IRFAN foi descoberto e aclamado no Fairy World vol.1. Esta banda búlgara foi uma das grandes revelações de 2003.
As misturas de intrumentos balcanicos, percussões, fortes vozes masculinas / coro e uma maravilhosa vox feminina.
A música é uma reminiscência de Dead Can Dance / Lisa Gerrard, Sarband, Soeur Marie KEIROUZ, Le Mystère des Voix Bulgares.
São 9 faixas de uma obra-prima.
"Durante o Outono de 2001, Ivailo, Kalin e Kiril se reuniram em torno de uma mesma idéia, um projeto musical e de vídeo. Em 2002, a cantora Denitza se juntou a banda, e esse foi o começo do grupo "Irfan" (em árabe: "gnose", "conhecimento místico").
__"Nosso interesse pelas artes, filosofia, teologia, história e etnologia nos liga em música Irfan. Nossa música tornou-se uma mensagem, uma viagem através de e fora de tempo, de palavras e letras que se poderia compreender com o coração. "__
Mais informações: PRIKOSNOVENIE
(Audio: mp3 - 320 kb/s)

MÚSICOS
Denitza Seraphimova - vocal
Kalin Yordanov - vocal, daf, bendir, darbouka
Ivaylo Petrov - oud, saz, tambura, guitarra, programação
Kiril Bakardjiev - programação, teclados, santour
Peter Todorov - darbouka, zarb, riq, djembe, tabla



MÚSICAS
1. Monsalvato (11.19)
2. Salomé (4.15)
3. Elena (2.36)
4. Return to Eden (7.36)
5. Otkrovenie (5.59)
6. Gospodi pomilui [Trad. Sec. XIII] (4.09)
7. Peregrinatio (5.13)
8. Outremer (5.18)
9. Santa Maria [Cantigas de Santa Maria, Espanha - Sec.XIII] (4.45)




RAPIDIRFAN
MEGAIRFAN

sábado, 15 de enero de 2011

Ghymes – Tűzugrás [Hungria 1997]

Ao preparar o texto dessa postagem, surgiu nas pesquisas, com grande frequência, o termo “World Music”.
Afinal, o que é “World Music”? Segundo o criador do termo, o estadunidense Robert E. Brown, é a fusão das artes cênicas e musicais, visando promover a harmonia e o entendimento entre as culturas.
Desde a década de 1980 o termo vem sendo adulterado, para o uso da grande industria de entretenimento dos USA e UK. Assim ele passou a designar toda e qualquer forma de música que não fosse anglo-saxônica. Da música brasileira ao Raí, do folclore balcânico à salsa, dos ritmos africanos aos Banghra indianos, do flamenco ao tradicional japonês, etc..., tudo é “world music”. Parece, para os executivos da mídia dos USA e Inglaterra, que há dois mundos: o deles e o resto do mundo.

Toda essa apresentação é necessária, pois o GHYMES é enaltecido com um dos expoentes da “world music”. Eles são é muito bons no que fazem: música da Europa Central, com muitos elementos folclóricos, renascentistas e eruditos. Pouca concessão é feita ao “mainstream”. Rotula-los de “world music” é pensar pequeno!

O Ghymes existe há 25 anos. Foi criado por jovens húngaros que viviam na Eslováquia, de diversas formações musicais, que fundidas resultaram em um som único; o som do GHYMES.
A música do GHYMES está enraizada nas tradições folclóricas Húngaras e do Centro-Leste europeu. Sua “Ars Poética” é a universalidade da música. Através de sua música procuram semelhanças e não as diferenças entre as pessoas. Essas semelhanças foram sempre encontradas onde quer que eles apareceram no palco - as pessoas de diferentes culturas em diferentes partes do mundo os acolheram calorosamente (Japão, Iraque, Jordânia, Finlândia, USA, Canadá). Eles acreditam que a energia e a "mágica"da música ao vivo são a condição e a causa de seu sucesso.

O álbum aqui apresentado é de 1997 (concebido em 1996), ainda com a formação original do GHYMES. Nele, segundo Andor Buják, foram acrescentados mais instrumentos elétricos do que nos álbuns anteriores, porém sem alterar o som tradicional do grupo.
Mais informações em: GHYMES

MÚSICOS
Andor Buják - viola, flautas, clarineta, saxophone, baixo, voz
Krisztián Buják - bagpipe, clarineta, flauta, voz
Gyula Szarka - voz, baixo, guitarra
Tamás Szarka - voz, violino, guitar, drum, koboz
Guests:
László Hobó Földes - voz
László Béhr - cimbalom, voz
Péter Farnbauer - teclados
Bernadett Kiss - voz

MÚSICAS
01 – Királyének
02 - Kötve vannak szárnyaim
03 - Militaris congratulation
04 – Koldusok
05 - Ifjú szívekben élek
06 – Tűzugrás
07 - Szerelmes dal
08 – Majomország
09 - Pozsonyi blues
10 - Új esztendő



GHYMESHARE
GHYMESLOAD

viernes, 7 de enero de 2011

Mercedes Sosa - A Arte De [1977]



[ATENÇÃO - NOVA POSTAGEM - 2012][PÓS MEGAUPLOAD TRAUMA]
(vinyl rip)

Esta é uma edição pessoal, de um lançamento da PHONOGRAM-BRASIL em LP de vinil, nos meados dos anos '70. Ela é particularmente interessante pois contém canções antigas de Sosa (anos '60 e '70), muitas delas dificilmente são encontradas, ou não disponíveis em nenhuma mídia (LP, CD, Cassete) desde o seu lançamento.
Tanto na Argentina, como nos Estados Unidos e Europa e somente algumas músicas dessa coleção estão disponíveis em LPs antigos, CDs coletâneas, ou em algumas reedições.

Esta compilação nos mostra uma Mercedes com o vigor e a ternura de sempre, mas com a voz jovem e sem dividir a atenção com outros astros da música internacional. Algumas músicas, por mais que fossem processadas digitalmente, não têm um som muito bom, mas valem pelo documento. Divirtam-se !!!

MÚSICAS

LP vol. 1

01 – Para cantarle a mi gente [2.48]
02 – Canción del derrumbe indio [2.37]
03 – Canción para un niño en la calle [3.50]
04 – Gracias a la vida [4.20]
05 – Volver a los 17 [5.23]
06 – Balderrama [3.54]
07 – Los hermanos [2.54]
08 – Violin de becho [2.52]
09 – Hemano, dame tu mano [3.00]
10 – Cuanto trabajo [3.32]
11 – Azul provinciano [2.58]
12 – Marron [2.47]
13 – Te recuerdo Amanda [2.49]
14 – El consechero [3.28]

LP vol. 2

01 – Tristeza [2.44]
02 – Canción para mi america [2.07]
03 – Alfonsina y el mar [4.33]
04 – Canción con todos [3.00]
05 – Duerme negrito [2.40]
06 – Me gustan los estudiantes [2.54]
07 – La carta [2.43]
08 – Plegaria a un labrador [3.22]
09 – Hasta la vitoria [3.17]
10 – Canta tu canción [4.09]
11 – Cuanto tenga la tierra [4.07]
12 – A que florezca mi pueblo [4.20]
13 – Si se calla el cantor [3.14]
14 – Viejo caa cati [3.51]





A ARTE DE MERCEDES SOSA

domingo, 12 de diciembre de 2010

Milton Nascimento - Clube da Esquina [Brasil - 1971]

Milton Nascimento (Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1942) é reconhecido como um dos mais influentes e talentosos cantores e compositores da Música Popular Brasileira.
Mineiro (é como são chamados os nascidos em Minas Gerais) de coração, foi conhecido nacionalmente, no Brasil, quando a canção "Travessia", composta por ele e Fernando Brant, ocupou a segunda posição no Festival Internacional da Canção, de 1967.
Tem como parceiros e músicos que regravaram suas canções, nomes como: Wayne Shorter, Pat Metheny, Peter Gabriel, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Elis Regina.
Em 1998, ganhou o Grammy de Best World Music Album, em 1997. Já fora nomeado anteriormente para o Grammy em 1991 e 1995. Milton já se apresentou na América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África.
Também conhecido pelo apelido de Bituca, nasceu no Rio de Janeiro, filho de Maria do Carmo Nascimento, uma empregada doméstica, foi adotado por um casal cuja esposa (Lília Silva Campos) era professora de música. O pai adotivo, Josino Campos, era dono de uma estação de rádio. Mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais, antes dos dois anos e aos treze anos já cantava em festas e bailes da cidade.

Clube da Esquina foi um movimento musical nascido na década de 1960 em Minas Gerais.
O Clube da esquina surgiu da grande amizade entre Milton Nascimento e os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô), na Belo Horizonte dos anos 1960, depois que Milton chegou à capital para estudar e trabalhar. Milton acabara de chegar de Três Pontas, cidade onde morava a família e onde tocava na banda W's Boys com o pianista Wagner Tiso; com Marilton foi tocar na noite, no grupo Evolussamba.
Compondo e tocando com os amigos, despontava o talento, pondo o pé na estrada e na fama ao vencer o Festival de Música Popular Brasileira e ao ter uma de suas composições, "Canção do sal", gravada pela novata, porém já famosa, Elis Regina.
Aos fãs dos Beatles e The Platters, novos integrantes vieram juntar-se: Flávio Venturini, Vermelho, Tavinho Moura, Toninho Horta, Beto Guedes e o letrista Fernando Brant. O nome do grupo foi idéia de Márcio que ao ouvir a mãe perguntar dos filhos, ouvia a mesma resposta: "Estão lá na esquina, cantando e tocando violão ."
Em 1971 a EMI gravou o primeiro LP, Clube da Esquina, (é o quinto LP da carreira de Milton) apresentando um grupo de jovens que chamou a atenção pelas composições engajadas, a miscelânea de sons e riqueza poética.

Considera-se que seus principais participantes tenham sido Tavinho Moura, Wagner Tiso, Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini, Toninho Horta, Márcio Borges, Ronaldo Bastos, Fernando Brant e os integrantes do 14 Bis, entre outros.
(Fonte: Adaptado de Wikipedia)

Na sua edição original “Clube da Esquina” era um LP duplo. Na primeira edição em CD (postada aqui) foi mantida a divisão original em dois CDs. Edições posteriores, unificaram as músicas todas em um CD.

Músicas:

CD 1
01 – Paisagem da janela
02 – Me deixa em paz
03 – Os povos
04 – Saídas e Bandeiras No. 2
05 – Um gosto de Sol
06 – Pelo amor de Deus
07 – Lilia
08 – Trem de doido
09 – Nada será como antes
10 – Ao que vai nascer

CD 2
11 – Tudo o que você podia ser
12 – Cais
13 – O trem azul
14 – Entradas e Bandeiras No. 1
15 – Nuvem cigana
16 – Cravo e canela
17 – Dos cruces
18 – Um girassol da cor de seu cabelo
19 – San Vicente
20 – Estrelas
21 – Clube da esquina No. 2





MILTON NASCIMENTO-CLUBE DA ESQUINA

domingo, 5 de diciembre de 2010

Sevda Alekperzadeh - Svdali Dunya [Azerbaijão - 2009]

Sveda Alekperzadeh (Sevda Ələkbərzadə), combina jazz e soul com técnica “new-age” e cantares tradicionais, Africanos, khananda e do Azerbaijão.
Sevda nasceu em 1977 em Baku, no Azerbaijão em uma grande família de escritores e jornalistas. Sevda tem uma forte voz inconfundível e seu estilo abrange uma ampla gama de influências.
"Sevdali Dunya" é um álbum que captura o ouvinte na primeira audição. A voz sensual de Sevda, que parece ter brotado do Mar Cáspio, preenche o espaço com uma facilidade desconcertante. Estamos entre dois mundos, leste e oeste, é claro, e também entre a tradição do Azerbaijão e da modernidade. O repertório é rico, como são as cores: com sutileza, os sons estridentes do blues se misturam com tons melancólicos e nostálgicos de músicas regionais, todos sendo tecidos em um alto nível de virtuosismo, como uma dança vertiginosa entre um céu claro e uma terra escura.
Quando era criança, em sua casa em Baku, Sevda ouvia fascinada as canções Mugam de seu pai. Incansavelmente, ela estudou e melhorou, fazendo frutificar os seus talentos. Ouvindo música clássica e popular de seu país, “grudando-se” no jazz, e aprendendo a técnica de respiração do bel canto.
Entre Mugam e jazz, suas novas canções, gravadas com os melhores músicos do Azerbaijão, selaram o voluntarismo da sua geração, inscrevendo-se dentro do caldeirão da sua cultura musical.
(Adaptado de:Amazon.fr )

MÚSICOS:
Sevda Ələkbərzadə - vocal
Emil Ibrahim, Mukhtar Abseynov, Isfar Sarabski – piano
Malik Mansurov – ud, tar
Neymat Gasimili, Elchin Huseynli Teymur Suleymanbeyli – saxophones
Rafael Aliyev – kamancha
Aleksey Miltikh – cello
Ilhan Aleskerov – guitarra
Shirzad Fataliyev, Rafael Askerov – balaban, zurna
Oktay rustamov – Trompete
Natig Shirinov – nagara
Ruslan Huseynov – contra-baixo, baixo elétrico
Tofig Jabarov – percussão
Vagif Aliyev - bateria

MÚSICAS

01 - Ele Deme
02 - Bayati Kürd
03 - Getme-Getme
04 - Bana, Bana Gel
05 - Bayati Şiraz
06 - Sari Gelin
07 - Gündüz-Gecə
08 - Almani Atdim Xarala
09 - Ay Giz
10 – Gobustan
11 - Elimi Biçaq kesibdir





MEGASEVDA
RAPIDSEVDA

sábado, 4 de diciembre de 2010

ЯароС - Урал (Yaros - Ural) [Rússia - 2008]

Yaros - É o nome do grupo da região do Ural, que pode ser traduzido em russo : "Fogoso" ou "Ensolarado". Isso justifica as performances ao vivo da equipe, cheias de vibração, sincera emoção, calor e de músicos que agitam a platéia.
O grupo começou sua carreira em 2006, evoluindo em direção ao folk-rock. Hoje Yaros faz experimentos em diversos estilos: indo de improvisações étnicas para o art-rock, folk progressivo e jazz étnico. Na equipe há um arsenal de mais de 15 instrumentos étnicos de varias regiões e épocas, clássicos, e de rock. O grupo está sempre pesquisando e incrementando a combinação destes instrumentos.
Na opinião do portal Darkside: "violoncelo e sopros gerando uma tela sonora incrível: macia, quente, caseira e aconchegante, mas ao mesmo tempo, majestosa, épica e colorida - como se estivessem nos antigos Urais!"
Há um movimento de revitalização do folclore popular da região de Perm e "SvaSound Records" apresenta o álbum de estréia do grupo de Folk-rock do Ural: “Yaros - "Ural” (2008). O CD foi gravado no estúdio da etno-folk-music "Berloga Studio", em 2007-2008.
O álbum incluí 9 faixas originais. Os músicos dizem que sobre este álbum, um novo ouvinte será capaz de descobrir o som de instrumentos, tanto tradicionais e modernos, as canções, baladas folk com alma, um profundo amor por sua terra natal, o entendimento original da história e modernidade nos sons.
A arte do álbum é de Alexander Melent'ev. No lançamento do projeto original foram usadas pinturas do artista védico Svetozar Semochkin.

Fonte: site – Фолк и этно музика в Перми - Folk i etno muzika v Permi http://folk.perm.ru/publ/3-1-0-9

Membros do Grupo:
Vladimir Shaman - guitarra, flauta doce, harpa, didgeridoo, Romanian hung, domra, zhaleyka, vocal;
Dmitriy Zlobin - cello, guitarra;
Sergei Booze - clarineta, saxofone;
Ilya Ivanov – percussão: étnica e pop
Artem Podosenov - baixo, vocais;
Love Zorina - vocais, flauta, chocalhos e pandeiros

MÚSICAS:
01 - Пляски Лешего
02 - Славянский День
03 - Месяц Над Светлым Бором
04 - Песнь Дождя и Земли
05 – Конница
06 – Торум
07 - Баька Урал
08 - Матушка Зима
09 - Уральский Воин






MEGAYAROS
RAPIDYAROS